Vamos abordar uma questão delicada.
Nossa sociedade sempre esteve centrada e estruturada em um "roteiro obrigatório" a ser seguido ao longo de nossas existências.
Nascemos, crescemos, somos educados (programados) em escolas e universidades, tudo para nos preparar para nossa vida profissional de acordo com a profissão que escolhermos seguir em nossas vidas. Então, uma vez tendo essa vida profissional estabelecida, precisamos nos casar, em seguida precisamos gerar filhos que também serão educados (programados) para também exercerem suas profissões e construírem suas vidas e suas respectivas famílias.
Essa estrutura já vem sendo perpetuada por séculos a fio, passando de geração a geração como um mantra obrigatório, como se a vida não pudesse de forma alguma seguir uma jornada diferente dessa.
Isso começou a ser questionado, e começou a tomar um rumo diferente à partir da revolução sexual, onde os costumes começaram a ser questionados, e toda essa obrigatoriedade desse roteiro imposto começou a ser alterado.
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